A iniciativa faz parte do Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP) e visa centralizar a administração pública, promover a reocupação e revitalização da área central da cidade.
Dois consórcios formalizaram propostas para a obra: o Consórcio Acciona-Construcap e o Consórcio MEZ-RZK Novo Centro. O vencedor será aquele que oferecer o maior desconto sobre o valor mensal da concessão, estimado em R$ 76,6 milhões.
O projeto prevê construir um complexo com sete edifícios e dez torres que abrigarão cerca de 22 mil servidores estaduais e incluirá espaços destinados a comércio e serviços no térreo. A obra tem como metas reduzir custos com aluguel e manutenção de imóveis dispersos e criar um marco urbano de grande porte no coração da cidade.
Caso o processo de concessão seja concluído conforme o cronograma, a expectativa do governo é que as obras sejam iniciadas ainda em 2026, com conclusão projetada para meados da próxima década.
