O Prisma Fiscal de fevereiro deste ano foi divulgado com atualizações nas projeções dos agentes de mercado para a economia brasileira. Para 2026, há expectativas mais otimistas em relação a indicadores como arrecadação de receitas federais, resultado primário e PIB nominal.
As estimativas do mercado também apontam uma queda no déficit do Governo Central, já que o resultado primário para este ano agora prevê um rombo de R$ 68,206 bilhões, menor do que os R$ 72,400 bilhões projetados em janeiro. Além disso, a relação entre dívida bruta do Governo Geral (DBGG) e PIB deve fechar em 83,48%, contra 83,70% esperado anteriormente.
Na avaliação de curto prazo para fevereiro, março e abril, os agentes revisaram para baixo as projeções de inflação e taxa de desemprego. Em fevereiro, por exemplo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deve registrar 0,50%, enquanto em janeiro o valor previsto era 0,55%. Também há melhora na taxa de desemprego medida pela PNAD/IBGE, que deve ser de 5,90% neste mês, contra os 5,95% estimados no relatório anterior.
Para o ano de 2026, a inflação total, medida pelo INPC, passa de 4,17% para 4,02%, enquanto o PIB nominal subiu de R$ 13,447 trilhões para R$ 13,489 trilhões na soma das riquezas produzidas em valores atuais.