Ciro Nogueira prefere não declarar apoio a nenhum candidato à presidência da República até que o cenário das pesquisas eleitorais esteja mais definido. Ele afirmou que "Flávio é o Bolsonaro que se vacinou", mas que ainda não provou se pretende governar para todos os brasileiros.
Ciro também criticou Eduardo Bolsonaro, que apoiou tarifaço contra o Brasil, e disse que "deu discurso de soberania para Lula. Ele errou. Se não fosse Eduardo, Lula nem seria candidato". O senador piauiense lembra que nas eleições de 2022, Bolsonaro avaliou candidatura de Tarcísio para o Senado pelo estado de Goiás até decidir pelo governo de São Paulo.
Ciro acredita que o Nordeste irá entregar 10% a menos de votos para Lula, o que corresponderia a 800 mil pessoas. Para ele, aumentou o número de evangélicos que votam na direita, mas o convencimento do voto feminino continua a ser um desafio. Em relação à campanha no Piauí, Ciro diz que a indefinição entre Lula e Flávio não é um problema para ele.
O senador piauiense lembra que o PSD de Gilberto Kassab fez movimento, ao lançar pré-candidatos ao Planalto, que não irá quebrar polarização. Ciro afirma que o União Progressista, que é a federação entre os partidos União Brasil e Progressistas, ainda vai se reunir para definir apoios, depois do carnaval. A única certeza dele é que não apoiará uma terceira via.