Incêndios florestais no Chile deixaram pelo menos 19 pessoas mortas, com o governo realizando retiradas em massa e combatendo cerca de 20 incêndios exacerbados pelo calor intenso e ventos fortes. As condições climáticas durante a noite ajudaram a controlar parte das chamas, mas os maiores incêndios ainda estão ativos.
A principal preocupação é que novos incêndios sejam provocados em toda a região devido às altas temperaturas previstas. Partes do centro e do sul do Chile estão sob alertas de calor extremo, com previsão de temperaturas de até 37 graus Celsius.
Os bombeiros estão combatendo os incêndios em todo o país, sendo os maiores nas regiões de Ñuble e Bío Bío, onde o presidente Gabriel Boric declarou estado de catástrofe. Mais de 20 mil hectares foram destruídos até o momento, com o maior incêndio ultrapassando 14 mil hectares nos arredores da cidade de Concepción.
O incêndio de rápida propagação atingiu as cidades de Penco e Lirquen no fim de semana, destruindo centenas de casas e matando várias pessoas, e as autoridades ainda estão avaliando os danos. Tanto o Chile quanto a Argentina começaram o ano novo com ondas de calor que continuaram em janeiro.