O goleiro Bruno comunicou o cancelamento do encontro agendado com seu filho, Bruninho Samudio, de 15 anos. Segundo o comunicado divulgado pelo atleta, a decisão de não comparecer foi motivada por condições impostas pela avó materna e tutora do adolescente, que teriam exigido que o pai fosse à visita sozinho.
O jogador citou a existência de uma medida protetiva que o impede de se aproximar do filho, argumentando que o acompanhamento de sua defesa seria essencial para garantir a legalidade do ato e o respeito às determinações judiciais vigentes. Além das questões legais, o atleta classificou a situação como uma possível “armadilha”.
Bruno sugeriu haver o envolvimento de um repórter e o uso de câmeras escondidas no local, com o suposto intuito de captar declarações sobre Eliza Samudio para um documentário. Apesar do cancelamento, o goleiro reiterou o desejo de conviver com o filho.
Eliza Samudio foi assassinada em 2013 a mando do goleiro Bruno, que foi condenado a 22 anos de prisão pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza Samudio, ocorridos em 2010
