O governo da Dinamarca decidiu ampliar, junto a aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a presença militar e a realização de exercícios na Groenlândia. Oficiais das Forças Armadas da Suécia e da Noruega começaram a chegar à ilha para participar da chamada 'Operação de Resistência Ártica'.
A iniciativa é vista como uma forma de aplacar as investidas do presidente dos Estados Unidos, que justificou o interesse na anexação da Groenlândia citando a necessidade de defesa nacional contra a influência de Rússia e China.
O país enviou para a Groenlândia novos aviões, navios e soldados, bem como reforçou a proteção de instalações consideradas essenciais. O governo dinamarquês planeja investir cerca de 42 bilhões de coroas dinamarquesas em equipamentos de segurança para a região.
A segurança da Groenlândia tem significado fundamental para o reino da Dinamarca e seus aliados, de acordo com o ministro da Defesa da Dinamarca