Actuar a tempo ante sinais de violência na parceira, tanto por parte da vítima como também do seu entorno, é uma ação chave que pode marcar a diferença entre a vida e a morte para uma mulher, a fim de prevenir novos casos de feminicídios.
Patricia Cañiza, psicóloga clínica e terapeuta, explicou que o homem aproveita o tipo de violência que pode exercer contra a mulher, seja física, econômica, sexual ou de poder, para submetê-la, apesar de que, em ocasiões, ela se encontre em um estado em que “não veja isso como violência”, mas outros sim se denotam.
O aislamento social, ao extremo de tomar distância de familiares, amigos e parentes, é um dos sintomas mais notórios quando uma mulher é hostigada por um homem com atitudes violentas, devendo chamar a atenção do entorno da vítima, sustentou.
“Terei que tomar consciência de que se eu não sair disso, posso terminar morta, e não apenas eu, mas também meus filhos podem ser vítimas”, refletiu a profissional.