O cantor portoriquenho Bad Bunny, 31, está enfrentando um processo milionário avaliado em 16 milhões de dólares por ser acusado de usar a gravação da voz de uma mulher em duas de suas músicas. A mulher alega que sua voz foi usada na faixa “Solo de Mi” e na canção “EoO”.
A mulher afirma que gravou o trecho a pedido do produtor musical que trabalhou com Bunny, Roberto Rosado, em 2018, quando ambos estudavam teatro na Universidade Interamericana de Arecibo. Ela diz que gravou a frase sem saber para qual fim seria usada, e que jamais teve um contrato negociado, licença ou uma autorização formal para ser incluída em uma música.
A gravação viria a se tornar um bordão do músico portoriquenho, usada frequentemente em seus shows e até mesmo em produtos licenciados. Por isso, o processo afirma que Bad Bunny lhe deve US$ 16 milhões por violarem seus direitos de privacidade e imagem.
Até o momento, os representantes de Bad Bunny não responderam a um pedido de comentário sobre o novo processo. Bad Bunny é um fenômeno global há anos e ganha espaço no Brasil
