A prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelas forças especiais dos Estados Unidos se tornou um evento divisor na geopolítica do continente. A operação foi cirúrgica e estratégica, sem deixar baixas americanas.
A ação americana deixou claro que o presidente Donald Trump não tolerará outras influências na região, que não a dos EUA. O ex-procurador Deltan Dallagnol explicou que a intervenção americana foi o cumprimento de uma ordem judicial.
Maduro e sua esposa, Cilia Flores, se apresentaram no Tribunal de Nova York, onde foram formalmente acusados pela Justiça americana. Ambos se declararam inocentes pelos crimes ligados a narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e uso de armamento pesado.
A advogada Fabiana Barroso ironizou que, com a prisão, Maduro pode pensar em uma delação premiada para viver em um lugar com condições melhores. O povo venezuelano ganhou um fôlego, dentro do caos civilizacional que se tornou a Venezuela.
