CEO da C&A via evolução consistente da operação antes da queda das ações

As ações da C&A despencaram mais de 15% após informações de estagnação das vendas no quarto trimestre de 2025 [...]
Paulo Correa: CEO via evolução consistente da operação — Foto: Paulo Correa: CEO

As ações da C&A despencaram mais de 15% na sessão de segunda-feira, 5 de janeiro, após informações de estagnação das vendas no quarto trimestre de 2025. O CEO da C&A, Paulo Correa, havia afirmado que a empresa entrava em uma nova fase após fortalecer sua posição financeira.

A empresa havia divulgado um terceiro trimestre de 2025 com aumento de lucro, avanço na geração de caixa e planos de aceleração de investimentos. O lucro líquido registrou alta de 62,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a receita líquida consolidada cresceu 2,3%.

O CEO da C&A avaliou que o desempenho refletia uma evolução consistente da operação, com crescimento acompanhado de ganho de margem e gestão mais eficiente de custos e estoques. A empresa encerrou setembro com R$ 1,18 bilhão em caixa e uma dívida bruta 37,2% menor na comparação anual.

A queda abrupta das ações ocorre dois meses após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2025, que reforçavam o discurso de uma evolução consistente da operação. O período, no entanto, não foi isento de desafios, com um inverno mais longo e rigoroso que o habitual, o que beneficiou as vendas do segundo trimestre, mas postergou o início da temporada de calor.

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