A captura do ditador Nicolás Maduro por tropas de elite americanas não afetou o mercado internacional de petróleo. Apesar do anúncio do presidente Donald Trump de que empresas americanas retornariam à Venezuela para produzir petróleo, os preços da commodity seguem estáveis.
A razão é a incerteza sobre o futuro imediato da Venezuela e a necessidade de investimentos massivos para reativar a indústria petrolífera.
A Venezuela é responsável por cerca de 1% de toda a oferta global de petróleo, apesar de ter as maiores reservas mundiais. A logística petrolífera segue ativa, com petroleiros venezuelanos deixando o país de forma clandestina.
A China criticou duramente a operação e exigiu a libertação imediata de Maduro, pois cerca de 80% das exportações de petróleo venezuelano são direcionadas ao país asiático.
