Os EUA capturaram o ditador Nicolás Maduro em Caracas, na Venezuela, durante uma operação militar histórica. A ação teve como objetivo retirar do poder um regime acusado de envolvimento com narcotráfico, terrorismo e corrupção sistemática.
A Venezuela concentra as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, estimadas em mais de 300 bilhões de barris. Empresas petrolíferas dos EUA devem entrar na Venezuela e investir bilhões de dólares para recuperar a infraestrutura energética do país.
A recuperação da produção venezuelana de petróleo não será imediata, exigindo estabilidade política, segurança no terreno e dezenas de bilhões de dólares em investimentos ao longo de vários anos. A captura de Maduro representa um revés estratégico para a Rússia, que perde um aliado-chave no hemisfério ocidental.
O controle dos EUA sobre o petróleo venezuelano também pode afetar a China, que recebe cerca de 80% das exportações de petróleo da Venezuela. A reorganização do setor energético passa a ser um instrumento de influência de Washington sobre fluxos de abastecimento e condições comerciais enfrentadas pelo regime de Pequim.