Os chineses vão pagar mais caro por dispositivos e medicamentos contraceptivos a partir de 2026, enquanto creches e serviços relacionados ao casamento e aos cuidados com idosos ficarão mais baratos. A medida visa reverter as quedas nas taxas de natalidade.
A partir de 2026, esses itens passam a ter um imposto sobre valor agregado de 13%, alíquota padrão para a maioria dos bens de consumo chineses.
Uma reforma no sistema tributário também passou a isentar o imposto de serviços relativos a casamento, cuidado com idosos e creches.
A população da China registrou queda pelo terceiro ano consecutivo em 2024, tendência que os especialistas alertam que deve se manter.