A ativista Greta Thunberg foi detida pela polícia de Londres durante um ato de apoio a manifestantes do grupo Ação Palestina que realizam uma greve de fome na prisão. A sueca uniu-se a dezenas de pessoas para demonstrar solidariedade aos oito detidos do Ação Palestina, grupo que foi banido pelo governo do Reino Unido.
A jovem foi detida com base na lei antiterrorismo por exibir um cartaz que dizia: 'Apoio os presos do Ação Palestina. Oponho-me ao genocídio'. O grupo afirmou ter essa companhia como alvo por prestar serviços à empresa de defesa Elbit Systems.
Dois ativistas jogaram tinta vermelha na fachada do edifício antes de a polícia chegar e efetuar as prisões. A Polícia Metropolitana de Londres indicou que na manhã desta terça-feira 'martelos e tinta vermelha foram utilizados para danificar um edifício' em Londres, resultando na prisão de 'um homem e uma mulher sob suspeita de danos criminais'.
O governo britânico decidiu este ano banir o grupo Ação Palestina após determinar que suas atividades ultrapassaram o limite do que é considerado terrorismo segundo a lei antiterrorista de 2000. Os principais motivos citados incluíram danos criminais graves, ocorridos depois que membros do grupo invadiram a base aérea militar de Brize Norton, no sul da Inglaterra, em junho deste ano, onde ativistas pintaram duas aeronaves militares de vermelho.