O Ministério Público ingressou com Ação Civil Pública para impedir o agravamento da crise na Santa Casa de Campo Grande. O hospital está com superlotação extrema, falta de insumos e dividas acumuladas com médicos e fornecedores.
A ação descreve o hospital como um “cenário de colapso institucional”, com setores operando acima da capacidade e um pronto-socorro superlotado. O órgão aponta que a unidade funciona há anos em condições precárias, com pacientes aguardando atendimento em ambiente inadequado.
O Ministério requer que o Estado e o Município apresentem um plano emergencial para restabelecer o atendimento integral e regularizar estoques. Em caso de descumprimento, o Ministério Público pede o sequestro judicial de R$ 12 milhões mensais.
A decisão indica que o Estado, Município e o hospital devem apresentar um Plano de Ação em até 90 dias, que traga soluções para a plena retomada dos atendimentos.