A deputada federal Camila Jara afirmou receber com indignação a representação apresentada pelo Partido Novo ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Ela negou as acusações e afirmou que o episódio ocorreu em meio a um tumulto generalizado no plenário, com registros de violência física. Sua atuação teve como objetivo proteger jornalistas e colegas parlamentares que estavam sendo agredidos por policiais legislativos.
A deputada também afirmou que sempre pautou sua atuação pelo respeito institucional, pela defesa da democracia e pela valorização dos servidores do Parlamento. A representação apresentada pelo Novo desconsidera completamente o cenário de confusão que marcou a sessão e tenta responsabilizá-la de forma isolada por um episódio mais amplo.
O Partido Novo acusa a deputada de ter agredido fisicamente o secretário-geral da Mesa da Câmara, Lucas Ribeiro Almeida Júnior. O pedido apresentado ao Conselho de Ética solicita, em caso de confirmação das acusações, a perda do mandato de Camila Jara.
A deputada disse estar confiante de que a apuração dos fatos demonstrará que não houve quebra de decoro. Ela afirmou que seguirei exercendo seu mandato com firmeza, focada no interesse público e em defesa da democracia.