Comunidade de Batayporã celebra tríduo e missa em honra a Santa Luzia

Neste mês de dezembro celebra-se Santa Luzia, também chamada de Santa Lúcia, uma das figuras mais queridas entre os fiéis católicos e, por este motivo, [...]

A comunidade católica de Batayporã promove um tríduo de 10 a 12 de dezembro, às 19h, na Capela Santa Luzia, seguida de missa em honra à santa no sábado (13) às 19h, incluindo a tradicional bênção dos olhos. O texto também traz a história da mártir Santa Luzia, nascida por volta de 283 na Itália e martirizada em 304.

Neste mês de dezembro celebra-se Santa Luzia, também chamada de Santa Lúcia, uma das figuras mais queridas entre os fiéis católicos e, por este motivo, a comunidade de Batayporã, que conta com uma capela dedicada a ela, realiza uma programação especial durante essa semana, tendo como destaque a Missa em Honra a Santa Luzia, no sábado (13), a partir das 19h.

Nesta quarta (10), quinta (11) e sexta-feira (12), às 19h, ocorre o tríduo, na Capela Santa Luzia, localizada na Vila Militar.

Já no sábado (13), data em que a Igreja Católica celebra oficialmente a memória da santa, que é virgem e mártir, haverá missa às 19h, também na capela, com a tradicional bênção dos olhos, já que Santa Luzia é invocada como intercessora na proteção contra os males da visão.

História Nascida por volta do ano 283, na Itália, Luzia pertencia a uma família rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver virgem para sempre por amor a Deus. Um jovem que queria casar‑se com ela, ao ser rejeitado, decidiu denunciá‑la ao imperador Diocleciano que, naquela época, promovia uma grande perseguição aos cristãos. Como Luzia se recusava a abandonar a fé, os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Ela também teve os olhos vazados e morreu após sofrer um golpe de espada na garganta. Seu martírio ocorreu em 304, quando tinha cerca de 21 anos de idade. Em 1.894 o martírio da jovem Luzia foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A mensagem trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte.

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