Paixão pela profissão mantém médicos longevos na ativa

Médicos com mais de 80 anos mostram que a paixão pela medicina e a experiência são valiosas, desafiando o etarismo na profissão. [...]

Especialistas com mais de 80 anos desafiam o preconceito e seguem atuando, impulsionados pelo amor à medicina e pela vontade de continuar contribuindo.

Médicos com mais de 80 anos mostram que a paixão pela medicina e a experiência são valiosas, desafiando o etarismo na profissão.

Três médicos com mais de 80 anos demonstram que a paixão pela medicina é um motor para seguir trabalhando e superando preconceitos. A nefrologista Deise de Boni Monteiro de Carvalho, o cirurgião cardíaco Henrique Murad e o cirurgião José Badim são exemplos de profissionais que continuam contribuindo ativamente para a saúde.

Deise de Boni, nefrologista de 85 anos, não pensa em se aposentar. Ela integrou a equipe que realizou o primeiro transplante renal em São Paulo e hoje coordena transplantes renais em hospitais no Rio de Janeiro.

Ela aconselha pessoas acima de 60 anos a se manterem ativas e produtivas.

Henrique Murad, 82 anos, dedica-se ao consultório, ensino e à editoria de uma revista médica. Ele ressalta a importância de não descartar profissionais experientes devido à idade, pois o conhecimento acumulado é valioso.

Etarismo na medicina

José Badim, com 95 anos, mantém a rotina de trabalho no hospital que fundou. Ele realiza consultas e cirurgias, motivado pelo amor à profissão e ao ser humano.

Badim enfatiza a necessidade de atualização constante e o uso da tecnologia na medicina moderna. Ele também frisa que a mente ativa e estimulada é essencial para uma vida longa e produtiva.

Os três médicos exemplificam que a idade não é barreira para continuar exercendo a medicina com excelência, desde que haja paixão, dedicação e atualização constante.

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