Elias Soares, que sofre de diabete, artrose e problemas na coluna, enfrenta dificuldades para obter medicamentos de uso contínuo.
Elias Soares enfrenta dificuldades para obter medicamentos contínuos, como Metoprolol, no CEM, apesar de receita médica. Ele questiona declarações da prefeitura sobre a disponibilidade.
O aposentado Elias Soares, que sofre de diabete, artrose no joelho e problemas na coluna há cerca de dez anos, enfrenta dificuldades para obter medicamentos de uso contínuo. Ele depende de remédios como Diosmina, Succinato de Metoprolol, Finasterida e Doxazosina, mas relata que não consegue obtê-los regularmente no CEM (Centro Especializado Municipal).
Mesmo com receita médica, Elias não consegue retirar o Metoprolol no CEM e precisa gastar cerca de R$ 80 com a medicação para pressão arterial, que deve ser ingerida quatro vezes ao dia. Ele questiona as declarações da prefeita Adriane Lopes e da secretaria de saúde de Campo Grande sobre a inexistência de falta de medicamentos.
Questionamentos e dificuldades
“Quando o médico pergunta se estou tomando tudo direitinho, não tem como responder que sim, porque nem sempre há medicação”, relata Elias. Ele questiona se existe alguém na cidade que consegue tomar a medicação corretamente, pois nos postos de saúde que frequenta, os remédios estão sempre em falta.
A equipe do TopMídiaNews entrou em contato com a prefeitura e aguarda posicionamento sobre o caso.