Petrobras e Britto-Macelog vencem leilões portuários em São Paulo

Petrobras e Britto-Macelog II foram as vencedoras de leilões portuários no Rio de Janeiro e Maceió, respectivamente, com investimentos previstos de R$99,4 milhões e R$3,7 [...]

Leilões promovidos pela Antaq e Ministério de Portos e Aeroportos definiram vencedores para áreas no Rio de Janeiro e Maceió.

Petrobras e Britto-Macelog II foram as vencedoras de leilões portuários no Rio de Janeiro e Maceió, respectivamente, com investimentos previstos de R$99,4 milhões e R$3,7 milhões.

A Petrobras e o consórcio Britto-Macelog II venceram os leilões portuários realizados hoje na B3, em São Paulo. Os leilões, promovidos pela Antaq e pelo Ministério dos Portos e Aeroportos, visam o arrendamento de áreas nos portos do Rio de Janeiro e Maceió.

A Petrobras arrematou o arrendamento do RDJ07, localizado no Porto do Rio de Janeiro, com uma oferta de R$ 104 milhões. O objetivo é a movimentação de carga de apoio logístico offshore para atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural.

A previsão de investimentos é de R$ 99,4 milhões ao longo de 25 anos.

O plano para o RDJ07 inclui a demolição de estruturas antigas e a construção de um novo galpão de 3,5 mil metros quadrados, além da aquisição de equipamentos como guindastes e empilhadeiras.

Já o consórcio Britto-Macelog II venceu o leilão do Terminal Marítimo de Passageiros (TMP) no Porto de Maceió, com uma proposta de R$ 50 mil. Os investimentos previstos são de R$ 3,7 milhões, com o objetivo de ampliar a capacidade de atendimento do terminal, um dos principais pontos de recepção de cruzeiros no Nordeste.

Expansão e Desenvolvimento

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os leilões são estratégicos para o desenvolvimento do país. Ele destacou o potencial do Porto de Maceió para o turismo de cruzeiros e o volume de concessões que o ministério pretende realizar nos próximos anos, com investimentos estimados em R$ 40 bilhões.

Na tarde de hoje também será leiloada a concessão do canal de acesso aquaviário aos portos de Paranaguá e Antonina (PR), com investimentos previstos de R$ 1,2 bilhão ao longo de 25 anos.

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