Tebet vai à China tratar de investimentos e Rota Bioceânica

Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, visitará a China entre 13 e 17 de outubro para tratar de investimentos e da Rota Bioceânica. [...]

Ministra do Planejamento e Orçamento cumprirá agenda entre 13 e 17 de outubro para discutir parcerias e projetos de infraestrutura

Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, visitará a China entre 13 e 17 de outubro para tratar de investimentos e da Rota Bioceânica.

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, cumprirá agenda na China entre 13 e 17 de outubro, conforme informado. A viagem tem como objetivo discutir investimentos externos e a integração da América do Sul.

Acompanhada do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a comitiva brasileira visitará o Porto de Xangai, ponto crucial para o projeto Rotas de Integração Sul Americana, especialmente a Rota Bioceânica. A agenda também inclui uma visita ao Hospital da Província de Zhejiang, um hospital inteligente cujo modelo o Governo Federal pretende replicar no Brasil. A ministra Simone Tebet também se reunirá com empresários e investidores.

O Porto de Xangai, operado pela Shanghai International Port Group (SIPG), está conectado a mais de 700 portos em mais de 200 países e é a conexão asiática com o Porto de Chancay, no Peru, que integra o projeto das Rotas de Integração Sul-americana. Liderado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, o projeto visa conectar o Brasil aos seus vizinhos sul-americanos e promover o acesso das mercadorias brasileiras ao continente asiático através do pacífico.

Segundo autoridades, a rota de Chancay oferece vantagens significativas, sendo 3.246 km mais curta que a rota do Cabo da Boa Esperança (Porto de Santos – Xangai), 4.770 km mais curta que a passagem pelo Estreito de Magalhães (Porto de Santos – Xangai), 6.926 km mais curta que a do Canal do Panamá (Porto de Santos – Xangai) e 7.848 km mais curta que a do Canal de Suez (Porto de Santos – Xangai). A rota é vantajosa não só por ser mais rápida, mas também por evitar canais com pedágios elevados, como os de Suez e Panamá.

A visita ao hospital chinês auxiliará as autoridades brasileiras na fase de preparação do projeto “Primeiro Hospital Inteligente do Brasil”, aprovado em junho. O projeto contará com aporte de aproximadamente US$ 320 milhões, mobilizando recursos para construção da infraestrutura física, aquisição de equipamentos médicos e qualificação de mão-de-obra. O projeto tem como objetivo desenvolver um modelo nacional de hospital inteligente, escalável e replicável, e implementar a primeira unidade hospitalar desse tipo no País.

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