Protestos visam pressionar por justiça e aumentar a conscientização sobre o caso de Marielli Ferraz Palacios, vítima de acidente de trânsito
Amigos e familiares de Marielli Ferraz Palacios, professora que morreu em um acidente de trânsito em Campo Grande, organizam protestos por justiça.
Em Campo Grande, amigos e familiares da professora Marielli Ferraz Palacios, vítima de um acidente de trânsito, planejam dois protestos para buscar justiça e maior atenção para o caso. O primeiro ato ocorrerá em 25 de outubro no cruzamento das ruas Souto Maior e Alfredo Lisboa, local do acidente.
Vanessa, responsável pela organização dos protestos, expressa que a motivação é o que considera descaso desde o início, tanto por parte da imprensa quanto da motorista Abigail Rosa, de 69 anos, que atropelou Marielli. Segundo Vanessa, Abigail nunca ofereceu ajuda à família, e o seguro propõe pagar apenas metade do valor da moto. O grupo alega que a cobertura da mídia foi superficial e imprecisa, sem detalhar a dinâmica do acidente nem identificar corretamente a autora.
O grupo também alega que a autora do atropelamento não demonstrou consideração com os filhos ou o esposo de Marielli. A principal reivindicação é que Abigail seja impedida de dirigir, por considerá-la um perigo para a sociedade. A professora Marielli Palácios Ferraz foi atropelada após Abigail tentar fazer uma conversão na Rua Souto Maior, atingindo a moto da vítima, que estava parada na sinalização.
O objetivo dos protestos é manter viva a memória de Marielli, sensibilizar a sociedade e pressionar as autoridades a adotarem medidas de justiça e prevenção, para evitar que outros acidentes semelhantes aconteçam. Marielli passou por uma cirurgia de quatro horas e ficou 26 dias internada na Santa Casa, onde faleceu.