A visita de Valdemar da Costa Neto, líder do PL, a Campo Grande, reacendeu o debate sobre a segunda vaga ao Senado Federal em 2026, intensificando a já complexa disputa entre figuras da direita em Mato Grosso do Sul. A corrida eleitoral ganha novos nomes a cada momento, tornando o cenário ainda mais incerto.
Durante o evento de filiação de Reinaldo Azambuja ao PL, Gianni Nogueira expressou confiança em sua preparação para o Senado. Enquanto isso, Capitão Contar, atualmente no PRTB, reafirmou sua intenção de concorrer ao cargo, embora reconheça a necessidade de filiação a um partido com maior visibilidade.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gerson Claro (Progressistas), também figura entre os possíveis candidatos ao Senado, recebendo apoio em alguns discursos. Já Luiz Ovando foi incentivado pelo Bispo Marcelo Crivella a buscar uma cadeira no Senado, durante um evento político-religioso em Campo Grande.
Nelsinho Trad, senador pelo PSD, admitiu que o cenário permanece indefinido, indicando a realização de futuras reuniões para definir estratégias. Dentro do mesmo partido, o nome de Jaime Verruck, membro do governo estadual, também tem ganhado força como potencial candidato.
O deputado federal Marcos Pollon (PL) avalia sua permanência no partido, devido a divergências com Azambuja, e considera a possibilidade de disputar o Senado por outra legenda.
Valdemar da Costa Neto declarou que Azambuja terá autonomia para formar as chapas do PL para 2026. O apoio à reeleição de Eduardo Riedel (Progressistas) foi confirmado, e o nome de Reinaldo Azambuja foi indicado para o Senado, apesar do ex-governador ressaltar que a decisão será resultado de um processo contínuo e coletivo.