Dólar Abre em Alta e Ibovespa Aguarda, Enquanto Condenação de Bolsonaro Gera Atenção

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (12) em alta, registrando um avanço de 0,13% e sendo cotado a R$ 5,399. O Ibovespa, principal índice [...]

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (12) em alta, registrando um avanço de 0,13% e sendo cotado a R$ 5,399. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, iniciará suas operações às 10h.

Após o índice da bolsa atingir um recorde histórico e o dólar se aproximar de R$ 5,37 na véspera, o mercado inicia o dia atento aos novos indicadores econômicos do Brasil e dos Estados Unidos. Adicionalmente, as possíveis reações do governo dos EUA à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro também estão no radar dos investidores.

No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o volume de serviços prestados no país apresentou um crescimento de 0,3% em julho, em linha com as expectativas do mercado. Esse resultado representa a sexta alta consecutiva do setor. Em comparação com julho do ano anterior, o avanço foi de 2,8%, superando a previsão de 2,6% e marcando o maior nível da série histórica.

O Banco Central do Brasil realizará dois leilões de dólares às 10h30, com uma oferta total de US$ 1 bilhão, visando a renovação de contratos com vencimento em 2 de outubro. Às 11h30, está previsto outro leilão de até 40 mil contratos para a rolagem de vencimentos em 1º de outubro de 2025.

No cenário internacional, os mercados de Wall Street operam com estabilidade, após uma semana marcada por dados econômicos que sustentaram a expectativa de uma possível redução das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed). Na Europa, os mercados apresentam instabilidade, enquanto na Ásia, os resultados foram mistos.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus por diversos crimes. A decisão levanta preocupações sobre possíveis reações negativas por parte do governo dos EUA, que já impôs tarifas adicionais ao Brasil, justificando a medida com o julgamento do ex-presidente.

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