Maracanã é Eterno: Presidente da Suderj Exalta o Templo Sagrado do Futebol

O presidente da Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj), Marcos Santos, participou do Rio Innovation Week, onde abordou a relevância do [...]

O presidente da Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj), Marcos Santos, participou do Rio Innovation Week, onde abordou a relevância do Maracanã, em meio a discussões sobre a construção de um estádio próprio pelo Flamengo.

Formado em Comunicação Social e com pós-graduação em Marketing e Auditoria Fiscal, Santos enfatizou a importância do estádio, referindo-se a ele como o “templo sagrado do futebol”. “O Maracanã não vai perder o seu charme nunca, sua utilidade. Mesmo que o Flamengo passe a ter seus jogos no próprio estádio, tem a Seleção Brasileira, tem os grandes jogos, shows”, declarou o presidente. Ele ainda sugeriu uma possível modernização da arena para atender a outros eventos e especialidades, reforçando a ideia de que o Maracanã é eterno.

Atualmente, o Maracanã é administrado pela dupla Fla-Flu, que avalia a implementação de redes nos setores visitantes e a possível venda dos naming rights do estádio. Sobre a mudança de nome, Marcos Santos acredita que o debate deveria ter ocorrido antes da assinatura da concessão em vigor.

Em relação às redes de proteção, Santos ponderou sobre o impacto no ambiente da torcida: “acho que pode criar um isolamento na torcida. Aquele isolamento que já existe na própria arquitetura do estádio, as torcidas já ficam divididas.” Ele também notou que o espaço destinado à torcida adversária raramente é totalmente ocupado, resultando em assentos desocupados e perda de receita.

Sobre a comercialização do nome do estádio, o presidente da Suderj expressou preocupação, afirmando que “isso teria que ser discutido antes da licitação”, pois impactaria significativamente as finanças do consórcio. “O nome do Maracanã é um nome valiosíssimo. Isso não estava em pauta na época em que foi preenchido o documento para essa licitação”, concluiu Santos, ressaltando a necessidade de compensação financeira caso a medida seja aprovada.

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