Ontem (01), no final da tarde, o corpo de Giseli Cristina Oliskowiski, de 40 anos, foi encontrado parcialmente carbonizado em um poço desativado, nos fundos de uma residência na Rua Filipinas.

Segundo o boletim de ocorrência, a violência teve início após uma discussão entre a vítima e seu namorado, J. N. R.. Informações iniciais apontam que a vítima teria agredido o suspeito com três tapas no rosto, o que desencadeou a reação violenta. Testemunhas relataram ter ouvido gritos no local. Em resposta, J. usou uma pedra para atingir a cabeça de Giseli, que, desacordada, teve seu corpo colocado no poço e incendiado com um combustível não identificado.
Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros atuaram no local, bloqueando a rua para preservar a cena do crime. A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) registrou o fato como homicídio qualificado, com emprego de fogo, tentativa de tortura, violência doméstica e feminicídio – o sexto caso do tipo no estado em 2025.
O suspeito foi preso em flagrante por populares e conduzido à delegacia, onde permaneceu algemado, após oferecer resistência à prisão. As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do crime.
