Leonardo DiCaprio, renomado ator de Hollywood, esteve em Brasília no dia 2 de outubro para uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. A primeira-dama Janja também participou do encontro, que teve como principal tema a preservação ambiental no Brasil.
O ator estava acompanhado de membros da ONG Re:wild, uma organização dedicada à restauração da fauna e flora, com o objetivo de prevenir a extinção de espécies e fornecer suporte a regiões em crise. A ONG trabalha em colaboração com autoridades indígenas, governos e cientistas para promover a conservação ambiental.
Este encontro marca um momento significativo, especialmente considerando as controvérsias passadas envolvendo DiCaprio e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2019, Bolsonaro fez acusações infundadas de que o ator teria financiado incêndios na Amazônia, sem apresentar provas concretas. A declaração surgiu após a prisão de brigadistas em Alter do Chão, no Pará, que foram suspeitos de atear fogo na floresta em troca de doações.
A situação gerou protestos de ambientalistas, que criticaram a abordagem da Polícia Civil e a tentativa de desviar a atenção dos grileiros. O Ministério Público do estado seguiu investigando o caso e não encontrou evidências de irregularidades, resultando na liberação dos brigadistas. Posteriormente, o chefe de investigação da Polícia Civil foi afastado em meio à pressão pública.
DiCaprio se posicionou na época, afirmando que não tinha relação financeira com os brigadistas, mas ressaltando a importância do apoio a eles. O ator expressou seu orgulho em fazer parte de iniciativas que buscam proteger ecossistemas vitais e elogiou os esforços do povo brasileiro em conservar seu patrimônio natural e cultural.