Uma das consequências mais significativas desse fenômeno foi a condenação da Havan em 2018, que resultou em uma indenização de R$ 85 milhões por assédio, decisão que ainda está sendo contestada. Em 2024, o TST também determinou que a rede pagasse R$ 8.000 a um funcionário, reforçando que as condenações variam de acordo com a gravidade e a capacidade econômica da empresa, podendo alcançar valores de R$ 150 mil a R$ 4 milhões.
A cartilha e as campanhas visam conscientizar tanto empregadores quanto empregados sobre a gravidade do assédio eleitoral, que pode se manifestar de diversas formas, incluindo pressões diretas ou indiretas e promessas de benefícios, e que continua a ser um desafio para o sistema eleitoral brasileiro.