Renan Santos critica Lula e Flávio Bolsonaro e faz promessas polêmicas durante convenção

Durante o lançamento de sua campanha à presidência, Renan Santos atacou Lula e Flávio Bolsonaro, prometendo medidas severas na segurança pública. O evento ocorreu em [...]

O candidato à presidência Renan Santos, representando o partido Missão, fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o lançamento de sua campanha. Embora tenha atacado os dois políticos, Renan rejeitou ser rotulado como "antipetista" ou como parte de uma "terceira via".

Em seu discurso, que durou mais de 1 hora, Renan Santos se destacou ao prometer medidas drásticas na segurança pública, afirmando que iria "matar quem roubar". Ele se referiu a Flávio Bolsonaro como "farsante, fraco e corrompido", e, ao final de sua fala, o chamou de "mongoloide". Já Lula foi alvo de um insulto, sendo chamado de "cachaceiro senil". Após as ofensas, o candidato pediu desculpas ao público pelos insultos proferidos.

Além das críticas pessoais, Renan Santos também se posicionou contra governadores que, segundo ele, não demonstraram liderança e atacou o ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, Sérgio Moro, chamando-o de "vassalo". Para Santos, Moro aceitou ser "escravo" de quem prejudicou sua principal obra, a Lava Jato.

A chapa de Renan é composta também por Aroldo Medina, tenente-coronel da reserva da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, que foi o primeiro a discursar no evento. Medina fez uma analogia entre Lula e Flávio Bolsonaro a "vassouras velhas", que não funcionam adequadamente, e prometeu que, se eleito, Renan "limpará o Brasil". Para simbolizar a parceria, ele presenteou Renan com um espartilho de Tiradentes.

Renan Santos, que esteve em Campo Grande no dia 23 de julho, cumpriu uma agenda extensa pelo Centro-Oeste, encerrando sua passagem em Mato Grosso do Sul. Durante a convenção, ele também estabeleceu metas, como a redução do número de homicídios para menos de 10 mil ao ano, e defendeu a realização de um ajuste fiscal, além de proteger a venda de terras raras. Outra proposta apresentada foi a possibilidade de que professores possam "punir alunos rebeldes".

Leia mais

Rolar para cima