Anvisa proíbe diversos cosméticos, incluindo perfumes árabes e alisantes

A Anvisa anunciou a proibição de venda de diversos produtos de cosméticos, incluindo perfumes árabes e alisantes, por falta de regularização e registros sanitários. Entre [...]

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (24), a proibição da venda de diversos produtos de cosméticos em todo o Brasil, devido à regularização indevida e à ausência de registros sanitários. A lista inclui perfumes árabes, que ganharam popularidade nas redes sociais, além de alisantes capilares e pastas modeladoras.

Dentre os produtos vetados, destacam-se o perfume Árabe Lattafa Asada 100nk Eau de Parfum Masculino, cuja fabricante é desconhecida, e a Amazon Therapy Supreme Mask, um produto alisante capilar, também sem informações sobre o fabricante. A lista, publicada no Diário Oficial, abrange marcas que estavam comercializando itens considerados impróprios para o uso.

Além dos perfumes, a Anvisa incluiu na proibição a cúrcuma Longa Bio Tintura Livealoe, fabricada pela Bio Cerrado Fitoterápico Produtos Naturais Indústria e Comércio Ltda. O CNPJ associado a este produto é 10.409.872/0001-61. Outro item na lista é a pasta modeladora Loca, da Luso Comércio e Indústria de Cosméticos Ltda-ME, com o CNPJ 73.639.163/0001-92.

Os Shampoos Lovely, tanto o de Reparação Total Merli quanto o de Manutenção da Cor Merli, também foram proibidos, pois apresentavam fórmulas diferentes das autorizadas pela Anvisa. O produto Zero Dor – Diamond, assim como o Shampoo Reposição Carbono, Essenza Hair Diamond e Óleo Marrocos – Prime, também foram incluídos na lista devido à falta de regularização sanitária.

A Anvisa também determinou a apreensão de todos os lotes do Profuse Nitrel Suavizante Balm, que é comercializado na plataforma de vendas Shopee. A Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A., responsável pelo produto, afirmou não ter conhecimento da fabricação do mesmo, que apresenta rotulagem e características divergentes do produto original.

Os detalhes da proibição podem ser consultados nas Resoluções (RE) 2.896/2026, RE 2.897/2026, RE 2.898/2026, RE 2.899/2026 e RE 2.902/2026, disponíveis no DOU.

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