Fraude em Mato Grosso do Sul era celebrada em boate de Campo Grande

Interceptações revelaram que membros de organização criminosa comemoravam desvio de milhões. Investigados trocavam mensagens sobre pagamentos e sucesso da empreitada. [...]

Interceptações realizadas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) revelaram a rotina de uma organização criminosa que desviou milhões em Mato Grosso do Sul. Em uma das conversas, os investigados celebravam o sucesso da empreitada, com um deles afirmando: "merecemos", ao receber um Pix de R$ 50 mil.

O defensor dos direitos, em uma conversa, minimizou as ações ilícitas, alegando que o colega do crime apenas estava sendo recompensado por seu trabalho, ao dificultar o acesso de pacientes ao SUS (Sistema Único de Saúde). Ele se referiu à situação com a frase: "Vc tá colhendo o que plantou".

No esquema, o responsável facilitava a adesão de municípios a contratos com uma empresa sob investigação. Aqueles que não aderiam enfrentavam dificuldades em setores governamentais, resultando em um enriquecimento ilícito que gerou milhões aos envolvidos.

Após receber um pagamento, um dos membros da organização planejou comemorar em uma boate conhecida de Campo Grande, afirmando: "Como eu recebi, eu pago". Essa troca de mensagens expõe a normalização das práticas ilícitas entre os membros da quadrilha.

Em um contexto distinto, o presidente Hugo Motta se reuniu novamente para discutir acordos sobre a renegociação de Dívidas Rurais. A senadora Tereza Cristina (PP) destacou a relevância da participação de Motta, que recebeu agradecimentos por sua atuação nas tratativas relacionadas à MP das Dívidas Rurais.

Tereza também expressou gratidão ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, pelo apoio nas discussões que visavam facilitar um acordo em relação às dívidas. A senadora enfatizou a importância do trabalho conjunto para alcançar os objetivos propostos nas negociações.

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