A Rússia lançou um ataque em massa contra a Ucrânia na madrugada desta sexta-feira. O ataque foi feito em resposta ao bombardeio contra uma das residências do presidente Vladimir Putin, em dezembro do ano passado. O míssil Oreshnik, um dos mais avançados do país, foi usado no ataque e atingiu a região de Lviv, danificando infraestruturas de energia elétrica.
O míssil Oreshnik é descrito como altamente difícil de interceptar devido à sua velocidade, que pode ultrapassar 13 mil quilômetros por hora. O míssil pode carregar até seis ogivas, cada uma contendo submunições. Seu poder destrutivo é comparável ao de uma arma nuclear, mesmo quando equipado com uma ogiva convencional.
Essa é a segunda vez que a Rússia utiliza o míssil Oreshnik contra a Ucrânia. A primeira ocorreu em 2024, dois anos após o início da guerra, contra uma fábrica militar. O governador de Lviv, Maksym Kozytsky, informou que testes laboratoriais foram realizados no local do ataque para identificar o nível de radiação.
O Ministério da Defesa russo afirmou que as metas do ataque foram alcançadas e que quaisquer atos terroristas do regime criminoso ucraniano continuarão a receber resposta. O míssil Oreshnik é uma das grandes apostas de Putin e é considerado um dos mais avançados do país.