O presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Vital do Rêgo, afirmou que uma eventual reversão da liquidação do Banco Master não caberia à corte de contas, mas sim ao Supremo Tribunal Federal. O processo de 'desliquidação' do Master não cabe ao TCU, pois há um processo aberto no STF.
O TCU pode oferecer elementos sobre a apuração da legalidade da operação. Rêgo ressaltou que ainda não há elementos suficientes para afirmar se a liquidação do Banco Master foi precipitada.
A conclusão dependerá da análise das informações coletadas por técnicos do TCU em uma inspeção dos documentos do Banco Central. A estimativa é que o trabalho leve cerca de 30 dias.
O presidente do TCU destacou que o tribunal pode oferecer elementos sobre a apuração da legalidade da operação, como vem fazendo ao Supremo.