Darren Woods, CEO da ExxonMobil, afirmou que a empresa não se jogaria de cabeça na Venezuela devido ao risco inaceitável. Ele destacou que a situação atual no país representa um risco inaceitável para a companhia.
A ExxonMobil deixou a Venezuela em 2007, quando o regime de Hugo Chávez nacionalizou a indústria petrolífera. A empresa não aceitou os termos do país, e o governo confiscou seus ativos no território venezuelano.
Para retornar em plena capacidade e restaurar a infraestrutura petrolífera deteriorada da Venezuela, Woods sugeriu que a Exxon precisaria ser convencida de que o país possui um sistema político estável, proteção contra crimes e roubos, e mudanças nas leis venezuelanas.
Woods disse estar confiante de que o governo poderia fazer as mudanças necessárias, mas várias perguntas precisam ser respondidas primeiro, como a durabilidade das proteções financeiras e os retornos sobre o investimento.