O celular de uma corretora de imóveis foi localizado na tubulação do prédio onde ela administrava em Caldas Novas, Goiás. O aparelho ficou escondido por 40 dias após a vítima ser encontrada morta.
A polícia conseguiu acesso ao conteúdo do equipamento e recuperou imagens, incluindo um último vídeo gravado pela vítima. O vídeo mostra a agressão efetuada por Cléber Rosa de Oliveira, síndico confesso da vítima.
A polícia informou que a corretora e o síndico acumulavam desentendimentos desde 2024. Entre fevereiro e outubro de 2025, houve novos episódios de desentendimento. A corretora registrou interrupções frequentes a serviços como água, energia elétrica, gás e internet.
A vítima desceu ao subsolo do prédio para verificar a causa da queda de energia no dia do desaparecimento. Imagens de câmeras de segurança mostram a corretora gravando toda a ação.
