A defesa de Jair Bolsonaro reclamou sobre o barulho constante do sistema de ar-condicionado da sala onde o ex-presidente cumpre pena em Brasília. O ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal apresente esclarecimentos sobre o assunto em um prazo de cinco dias.
A defesa sustenta que o barulho contínuo do equipamento compromete as condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde do preso. O ruído ocorre de forma ininterrupta, ao longo das 24 horas do dia, o que causaria uma perturbação contínua à integridade física e psicológica do custodiado.
Bolsonaro está recolhido em uma Sala de Estado-Maior na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A defesa sugere alternativas técnicas para solucionar o problema, como a adequação do equipamento ou a instalação de isolamento acústico.
O ministro Moraes determinou o envio de cópia da petição à Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília para que a instituição informe se procede a alegação da defesa e quais medidas podem ser adotadas para sanar o problema apontado.