A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o uso do medicamento lecanemabe, sob o nome comercial Leqembi, para tratamento da doença de Alzheimer. O medicamento é indicado para pacientes com comprometimento cognitivo leve e demência leve decorrentes da doença em fase inicial. Com a liberação, o tratamento passa a estar autorizado para distribuição e uso no país.
O medicamento, inédito no país, deve ser administrado por infusão intravenosa, uma vez a cada duas semanas. Um estudo principal envolvendo cerca de 1.800 pessoas demonstrou que o medicamento conseguiu atrasar o declínio cognitivo em comparação com os pacientes que receberam placebo.
O prazo de entrada no mercado depende da Eisai Laboratórios, que detém o registro. O anticorpo monoclonal, pertencente à classe dos produtos biológicos, é uma opção de tratamento para pacientes com Alzheimer em fase inicial.
A aprovação do medicamento é um avanço no tratamento da doença de Alzheimer no país. Com a liberação, os pacientes terão acesso a uma nova opção de tratamento para a doença.