Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestaram contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que anulou a abertura de uma sindicância do Conselho Federal de Medicina. A controvérsia começou após a divulgação de uma nota do CFM que questionava a assistência médica prestada a Bolsonaro após uma queda.
A decisão de Moraes foi classificada como ilegal e foi determinado que a Polícia Federal colha o depoimento do presidente do CFM.
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o ministro age de forma negacionista e criticou a demora na transferência do pai para um hospital. O deputado federal Gustavo Gayer chamou Moraes de ditador e afirmou que o ministro atua com abuso de poder.
A nota do Conselho Federal de Medicina evidenciava a necessidade de atendimento imediato após a queda do ex-presidente, . A decisão de Moraes foi vista como perseguição política pelos aliados de Bolsonaro.